Arknights: Endfield – Preview

Bruno BaumgartnerArtigos13/01/2026160 Visualizações

Arknights: Endfield é o primeiro jogo da série que tive a oportunidade de testar. Realizei algumas pesquisas sobre os outros jogos da série e percebi que o Endfield é um pouco diferente. A estética de ficção científica (Sci-fi) com toques industriais e ambientes abertos dá uma sensação de exploração livre, e realmente é. É claro que nas primeiras horas, você fica preso à campanha do jogo, contando um pouco a história do universo de Endfield.

A sensação inicial é, por incrível que pareça, similar a de um jogo de campanha single player, focando nos cenários e nos detalhes de animações, além do seu mapa, com pontos de interesse que despertam a curiosidade do jogador.

A narrativa de Endfield começa relativamente misteriosa. Você começa o jogo assumindo um personagem masculino ou feminino, e após alguns minutos, é apresentado como sendo o Endministrator, ser esse que é responsável por ajudar sobreviventes e organizar operações em uma lua (ou planeta) pouco amigável, chamada Talos-II. Ainda que superficial, nas primeiras horas que joguei, o enredo é interessante, enaltecendo o seu personagem e seus poderes únicos. Acredito que dentre os Gachas que joguei anteriormente, esse e Sword of Convalaria são os que possuem uma história promissora.

Ao todo, do tempo que joguei e a impressão que ficou é que a jogabilidade é simples, mas funciona honestamente bem. O combate te coloca no controle direto de um grupo de até quatro personagens, permitindo que você troque entre eles apertando um único botão, combinando habilidades no campo de batalha. Além disso, existe um sistema de construção de base, na verdade, construção de fábrica.

O jogo permite você construir uma fábrica, montando linhas de produção e automatizando a fabricação de itens, bem no estilo de Satisfactory. Para mim, esse é o ponto mais legal do jogo, tendo em vista que não sou apegado a jogos desse gênero, mesmo de franquias que adoro, como Persona e/ou Final Fantasy. Essa mecânica de fábrica, apesar de parecer complexa, é mais simples do que em Satisfactory, tendo uma leve curva de aprendizado.

Bem, Arknight: Endfield é, como vocês já devem ter percebido, um gacha. Ainda que Endfield lhe apresente uma jogabilidade honesta, a presença de mecânicas de sorteios e microtransações inevitavelmente pode puxar a experiência para um território um pouco não tão amigável para os jogadores Free To Play. Mas gostaria de ressaltar, que durante as poucas horas que joguei, não fui bombardeado com anúncios ou posters para gastar moedas com roletas, acho que isso é um ponto positivo.

Para finalizar, Arknights: Endfield se mostrou uma experiência promissora para aqueles que são fãs do gênero, introduzindo a questão de construção de fábrica, que muito provavelmente poucos jogadores de gacha devem conhecer e é um gênero muito Satisfactório! Desculpe a piada. Eu não voltarei a jogar tão cedo, mas diria que foi a segunda melhor experiência que tive o gênero, perdendo apenas para Sword of Convalaria.

Prévia realizada com código do Beta Teste II fornecido pela desenvolvedora Hypergryph para PC. Arknights: Endfield estará disponível em português no seu lançamento, apesar de no Beta não ter tal idioma disponível.

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